TMS e operação internacional

Sistema para transportadoras sob medida: do pedido de frete ao CIOT

Desenvolvo sistemas para transportadoras que ainda controlam pedidos, programação e documentos em planilhas e em vários programas soltos. Um único sistema cuida do pedido de frete, da cotação, da programação da frota, do follow-up da carga, dos documentos fiscais e do financeiro do frete, inclusive nas operações internacionais pelo Mercosul.

Módulos

O que o sistema controla

Comercial: cotação, tabela e pedido

Cotação de frete

Cálculo automático a partir da tabela de frete, com origem, destino, peso, volume, tipo de carga e adicionais como ad valorem e GRIS. O cliente recebe a cotação padronizada e você guarda o histórico.

Tabela de frete

Tabelas por cliente, rota e faixa de peso ou volume, com vigência, reajustes e histórico de alterações, sem depender de planilha espalhada.

Pedido de frete

Registro do pedido do cliente com dados da carga, coleta, entrega, prazo e documentos. O pedido aprovado já alimenta a programação.

Operação: programação, follow-up e estadia

Programação

Planejamento de cargas, veículos e motoristas, com janelas de coleta e entrega, agenda por dia e aviso de conflitos, para a equipe saber quem sai, quando e com o quê.

Follow-up de carga

Acompanhamento de cada viagem por etapas (coleta, em trânsito, parada, chegada, descarga e comprovante), com atualização da equipe e consulta pelo cliente.

Estadia

Registro de chegada e saída nos pontos de carga e descarga, cálculo do tempo de espera conforme o contrato de cada cliente e relatório pronto para a cobrança.

Documentos fiscais e de transporte

CT-e

Emissão e controle do Conhecimento de Transporte Eletrônico, com status, cancelamento, carta de correção, XML guardado e vínculo com o pedido e a viagem.

MDF-e

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais por viagem, com encerramento controlado e relação com os CT-e transportados.

Transporte internacional (Mercosul)

CRT

Conhecimento de transporte rodoviário internacional, com remetente, destinatário, mercadoria, rota e vínculo com a viagem e o cliente.

MIC/DTA

Manifesto Internacional de Carga e Declaração de Trânsito Aduaneiro da viagem, organizado junto com os demais documentos da carga.

Follow-up do MIC/DTA

Linha do tempo do trânsito aduaneiro: emissão, saída, passagem pela fronteira, chegada e conclusão, com alertas de pendência e histórico por viagem.

DUIMP

Controle da Declaração Única de Importação ligada à carga, com situação, documentos anexos e prazos, no mesmo fluxo da operação.

Financeiro do frete

Carta frete

Contrato ou carta de frete com o motorista, com valores, adiantamento, saldo e quitação registrados e ligados à viagem.

CIOT

Código Identificador da Operação de Transporte gerado e acompanhado por meio de um provedor de pagamento de frete integrado ao sistema.

Fluxo completo

O caminho completo de uma carga no sistema

  1. Cotação de frete a partir da tabela de frete do cliente
  2. Pedido de frete aprovado e registrado
  3. Programação de veículo e motorista
  4. Viagem acompanhada pelo follow-up de carga
  5. CT-e e MDF-e e, na operação internacional, CRT e MIC/DTA com follow-up
  6. Entrega, comprovante e registro de estadia, se houver
  7. Carta frete e CIOT para o motorista
  8. Faturamento e relatórios por cliente, rota e viagem

Por que um sistema sob medida para a sua transportadora

Cada transportadora tem suas tabelas de frete, suas regras de adicionais, suas rotas, seus clientes e um jeito próprio de programar a frota. Os programas de prateleira costumam obrigar a empresa a mudar o processo para caber no sistema, e é aí que a planilha volta a aparecer.

Num sistema sob medida acontece o contrário: as telas e os fluxos seguem como a sua operação trabalha, e a integração é feita com o que você já usa, como rastreamento, ERP, banco e WhatsApp. Você começa pelo que mais dói, por exemplo cotação e pedido, e vai ampliando por módulos.

Operação internacional: CRT, MIC/DTA e DUIMP

Nas cargas entre o Brasil e os países do Mercosul, cada viagem leva documentos além do CT-e e do MDF-e, como o CRT e o MIC/DTA, e muitas vezes uma importação com DUIMP. Quando isso fica em planilhas e e-mails, o acompanhamento de quem está na fronteira, de quem programa e de quem fatura nunca bate.

O sistema centraliza esses documentos e o follow-up do MIC/DTA em um só lugar, por viagem. É um desenho útil principalmente para operações de fronteira, como as que passam por Foz do Iguaçu.

Um ponto de honestidade: o sistema organiza, acompanha e centraliza as informações. Os atos oficiais, como o registro de declarações e o desembaraço, seguem sendo feitos por quem é habilitado para isso, por exemplo o despachante, nos sistemas oficiais. Onde existe integração disponível, eu integro. Onde não existe, o sistema controla status, prazos e anexos para a sua equipe.

Documentos e regras mudam. Como eu cuido disso

Regras fiscais e aduaneiras mudam com frequência. Eu desenvolvo seguindo a documentação oficial vigente, valido os pontos sensíveis com o contador e o despachante da sua empresa e deixo as regras configuráveis, sem escrever tudo fixo no código. Assim, quando uma regra muda, o ajuste é pontual e não exige refazer o sistema.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre sistema para transportadoras

O sistema emite CT-e e MDF-e?
Sim. Posso incluir a emissão e o controle de CT-e e MDF-e, seja direto com a SEFAZ ou por meio de um emissor homologado que a sua transportadora já use. A escolha depende da operação, do volume e do certificado digital. O sistema guarda status, XML, cancelamentos e os vínculos com pedido e viagem.
Como funciona o follow-up do MIC/DTA?
Cada viagem internacional recebe o registro do MIC/DTA e uma linha do tempo de status: emissão, saída, passagem pela fronteira, chegada e conclusão do trânsito. A equipe atualiza o andamento ou, quando há integração disponível, o sistema recebe a atualização. O cliente acompanha sem precisar ligar, e as pendências geram alertas.
O sistema registra a DUIMP e o MIC/DTA nos órgãos oficiais?
O sistema organiza, acompanha e centraliza dados e documentos. O registro oficial segue sendo feito por quem é habilitado, como o despachante, nos sistemas do governo. Onde existe integração disponível, eu integro. Onde não existe, controlo status, prazos e anexos para a sua equipe.
É possível controlar a estadia?
Sim. O sistema registra a chegada e a saída no ponto de carga ou descarga, calcula o tempo de espera conforme o contrato com cada cliente e gera o relatório para cobrança. As regras de franquia e de valor ficam configuráveis.
Como o sistema trata carta frete e CIOT?
A carta frete controla valores, adiantamento, saldo e quitação com o motorista. O CIOT é gerado e acompanhado por meio de um provedor de pagamento de frete integrado ao sistema e fica vinculado à viagem. Assim, financeiro e operação veem a mesma informação.
Posso migrar os dados das minhas planilhas ou de outro sistema?
Sim. Importo cadastros, tabelas de frete e histórico, validando com você o que entra. A migração é combinada em etapas, para a operação não parar.
Quanto custa um sistema para transportadora sob medida?
Depende dos módulos que você precisa, do número de integrações e do volume da operação. Por isso trabalho por etapas: começo pelo que mais pesa no dia a dia e vou ampliando. Depois de entender a sua operação, envio uma proposta por escrito com escopo, prazo e valor.
VAMOS CONVERSAR?

Vamos conversar sobre o seu sistema?

Conte como a sua operação funciona hoje. Eu respondo com sinceridade se consigo ajudar e, se fizer sentido, envio uma proposta por escrito.